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Japan House está com duas exposições gratuitas imperdíveis!


Japan House é o mais novo centro cultural japonês, inaugurado na Av. Paulista em Maio deste ano.

O prédio tem três andares com atrações gratuitas voltadas à arte, gastronomia e tecnologia. Passará a abrigar também o Instituto Moreira Salles, prometido para o fim de agosto ao custo de 80 milhões de reais, e o Sesc Paulista, ainda sem data de reabertura. Em contraste com os arranha-céus espelhados da região, o desenho do prédio assinado pelo renomado arquiteto Kengo Kuma, responsável pelo estádio dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, conta com uma fachada de madeira.


As ripas foram encaixadas no estilo dos templos budistas e estão ao lado de um paredão inspirado no cobogó brasileiro (elemento construtivo vazado, criado no Recife nos anos 1930 pelos engenheiros brasileiros Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis.). “A Japan House é a ponte entre o Brasil e o Japão”, explica a presidente da instituição, Angela Hirata. Nos 2 500 metros quadrados do prédio de três andares, há espaços expositivos para mostras de arte, biblioteca, lojas, restaurante, cafeteria, auditório, salas para reuniões comerciais e workshops de assuntos diversos relacionados à nação asiática, de medicina a sustentabilidade.


A parceria com outros espaços culturais da cidade incluirá o Instituto Tomie Ohtake.

O Brasil é o terceiro país a abrigar unidade do projeto, desenvolvido pelo governo japonês na Inglaterra e nos EUA.

O ambicioso projeto do governo japonês, com investimento total de 100 milhões de reais, faz parte de uma iniciativa global que contará com filiais também em cidades como Londres e Los Angeles.

O espaço ainda tem um café e um restaurante japonês do chef Jun Sakamoto.

No Imi Café, que fica no térreo, o menu apresenta chás e doces japoneses, como a tortinha de ganache de chocolate com 54% de cacau e creme de queijo mascarpone finalizada por uma camada de matchá, o chá-verde, como também quitutes e bebidas brasileiras.


O local possui variado acervo de livros, que vai da culinária à arquitetura japonesa

Além dos trabalhos expostos na Japan House, o que chama a atenção é o banheiro que é tecnológico, com assento aquecido e tem um controle com botões que controlam jatos pra frontais e traseiros pra limpar as partes íntimas.

No térreo e no primeiro andar você encontra lojas com peças de design, utensílios especiais, bebidas e produtos alimentícios de alta qualidade, de diferentes províncias japonesas.



No Japan House atualmente acontecem duas exposições: Subtle - sutilezas em papel e Kengo Kuma Eterno Efêmero.

Nesta primeira exposição o papel é apresentado em criações inovadoras que despertam os sentidos, por meio de experiências múltiplas e sofisticadas de design e tecnologia.

São itens sutis, delicados e leves, como o washi, papel japonês considerado um tesouro nacional do Japão, feito artesanalmente com técnicas tradicionais.

A exposição apresenta 27 criações que resgatam e aprofundam o fascínio pelo papel ao evidenciar sua diversidade de texturas, cores, técnicas e aplicações do material.

 
Kengo Kuma é um dos arquitetos mais inventivos do Japão e nesta outra exposição será possível verificar a essência de seu trabalho que está em utilizar a tradição construtiva japonesa como base para um desenho contemporâneo e inovador.

Kengo Kuma incorporou em suas criações o bambu, o washi (papel japonês), a técnica sukyia de construção em madeira, privilegiando o orgânico em vez do sintético.


Parte da inteligência da obra de Kuma reside exatamente na forma como ele ressignifica o vazio. No Japão, edificar é criar espaços de vazio – algo radicalmente diverso da noção de nada do senso comum ocidental.

Na cultura japonesa, o vazio é um lugar para o potencial acontecer – e a arquitetura, a criação desse ambiente de oportunidade. Kuma também acredita na importância de não deixar a arquitetura se impor sobre a natureza ou o meio ao redor; ela precisa ser contida pelo entorno, não ofuscá-lo. A integração desses valores em seus projetos e de uma identidade fortemente contemporânea faz dele um dos grandes pilares da arquitetura japonesa atual. A beleza e a funcionalidade de suas obras ganharam reconhecimento global, e hoje ele atua em todos os continentes.


O Tsumiki é um conjunto de peças de madeira que se encaixam como um brinquedo de montar. Projetados principalmente para crianças, são feitos em cedro de 7mm de espessura e com design capaz de criar diferentes arquiteturas, possibilitando a construção de formas flexíveis. Durante todo o período da mostra, haverá tsumikis menores para brincar no Jardim Japonês, no térreo da casa.



Exposições:  Kengo Kuma - Eterno Efêmero / Subtle - sutilezas em papel
Data: até 10 de Setembro de 2017
Horários: Ter. a Sáb.: 10h às 22h / Dom. e Feriados: 10h às 18h
Endereço: Avenida Paulista, 52, São Paulo. (Próximo ao metrô Brigadeiro)
Telefone: (11) 3090-8900
Entrada gratuita



Fontes:
GLOBO
JAPANHOUSEVEJASP

Imagens:
JAPANHOUSE

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